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Emagrecimento

EMAGRECIMENTO

Ser magro e ter formas mais definidas, talvez seja o sonho de muitas pessoas que por estrutura corporal ou má orientação alimentar está acima do peso ideal para sua compleição física.

Em primeiro lugar é preciso definir um padrão de referência para saber se afinal você está acima do seu peso e quanto. Precisamos levar em conta a sua estrutura física, pois o seu peso vai sofrer variações de acordo com ela (quanto mais massa muscular, maior será o seu peso). É preciso fazer o cálculo do seu percentual gorduroso, pois o que queremos que você perca é tecido gorduroso e não massa magra (peso em músculo). Em seguida é preciso que você saiba que toda a massa gordurosa que você adquiriu, por exemplo, em um ano, ou ao longo da vida, não pode ser perdida em poucos meses. É preciso ter paciência.

Basicamente você irá perder massa gordurosa, quando associar três elementos fundamentais.

Orientação alimentar, Atividade física e Atitude. Sim, pois atitude é a única coisa que o médico não pode te dar, pois isto é uma decisão pessoal.

Criamos para isso em nossa clínica uma rotina de acompanhamento, semanal, assemelhada, aos SPAS. Medicações termogênicas (aumentam a queima de gordura), combinação de alimentos (você pode comer sem contar calorias), aplicações de medicamentos para gorduras localizadas e acima de tudo a presença constante do médico, orientando, medicação e alimentação.

Fundamentamos o nosso método em reeducar, acompanhar e dar ao paciente as condições necessárias, para que o emagrecer não se torne algo desagradável ou punitivo.

DIETA CETOGÊNICA

Esta dieta faz com que o organismo utilize A GORDURA CORPORAL como fonte de energia principal, fazendo você emagrecer rapidamente mantendo a massa muscular.

Na dieta cetogênica são eliminados os alimentos com carboidratos como massas, pão, biscoitos, sorvete, arroz, bolo, chocolate. Em compensação, tudo o que não é carboidrato, alimentos ricos em proteína, gordura e fibras como bacon, queijos, ovos, patês, presunto, todos os tipos de carne e peixe, mortadela, legumes e azeite podem ser consumidos à vontade, quantas vezes quiser, na quantidade que quiser.

A dieta cetogênica está especialmente indicada para grandes obesos com IMC alto (>30), mas é contraindicada para pessoas com mais de 65 anos, com insuficiência hepática ou renal, com doenças cardiovasculares ou cerebrovasculares e também pacientes em tratamento com cortisona.

CARDÁPIO DA DIETA CETOGÊNICA

O CARDÁPIO DA DIETA CETOGÊNICA SE BASEIA EM DUAS FASES DISTINTAS. E sem se privar de sua vida social.

Marque uma consulta e venha conhecer uma maneira de você emagrecer sem grandes sacrifícios.

Qualquer dieta deve ser sempre acompanhada por um profissional de saúde.

QUE TAL EMAGRECER 5 KG EM 10 DIAS?

É possível emagrecer 5 kg em 10 dias, se você combinar planejamento alimentar, com medicamentos termogênicos.
Se você precisa emagrecer tanto em tão pouco tempo e não tem doenças, como por exemplo, hipertensão arterial ou diabetes, isto é possível, se você retirar da sua dieta todos os alimentos que contenham carboidratos.

O carboidrato é nossa fonte de energia e na sua ausência, o organismo terá que queimar gordura para substituí-lo, o que fará com que você perca peso rapidamente.

Não é evidentemente a dieta mais saudável. Alias saudável é não ter de perder peso.

Medicamentos termogênicos são aqueles que aceleram o metabolismo. Existem vários e a combinação entre eles pode ajudá-lo a perder peso rapidamente.

É importante, como falamos acima, que você não tenha doenças como hipertensão arterial, pois isto exclui a possibilidade de uso destes medicamentos.

Venha fazer uma visita a nossa clinica e planejar o seu emagrecimento com acompanhamento médico.

DIETA DETOX

Como funciona a Dieta Detox ou Desintoxicante?

 Pode ser utilizada para iniciar uma perda de peso ou simplesmente eliminar toxinas do organismo. Em nossa clinica utilizamos em ambos os casos por períodos que podem variar de 3 dias a 1 semana. A Dieta Desintoxicante baseia-se no consumo de frutas, hortaliças, água e chás. O consumo destes alimentos ajuda no funcionamento dos rins e fígado promovendo a eliminação de toxinas acumuladas no organismo.

A dieta quando seguida por no máximo 3 dias, prioriza o consumo exclusivo de líquidos, a partir do consumo de sopas, sucos e chás que possuem efeito diurético e consequentemente favorecem a eliminação de toxinas através da urina. A dieta recomenda o consumo de sucos preparados com associações de frutas e vegetais como couve com laranja, abacaxi com hortelã, bem como chás claros como de camomila, hortelã, gengibre, chá verde, capim cidreira, entre outros no café da manhã e lanches. Para o almoço e jantar é sugerido o consumo de sopas a base de vegetais, com a possibilidade de acrescentar arroz a fim de enriquecê-las, contudo carne, frango ou ovos ainda são abolidos. Após a primeira semana introduzimos alimentos sólidos como leite ou iogurte desnatado, filé de frango, peixe, frutas, legumes e verduras.

O consumo de água e água de coco também é estimulado durante a dieta, pois são responsáveis por manter o corpo hidratado e favorecer o equilíbrio de eletrólitos.

APRENDENDO A PERDER PESO

Todos nós temos conhecimento do que nos faz engordar. Então porque é tão difícil emagrecer?

Acredito que comer seja um dos prazeres da vida. Fase oral (Segundo Freud), estimulação sensorial do cérebro, sobrevivência animal, enfim, somado a toda a nossa necessidade orgânica de nutrientes, o alimento também nos acaricia em momentos de angustia, tristeza, tensão ou depressão. Por este motivo é tão difícil fazer aquilo que todos nos sabemos fazer. DIETA.

É claro, a comida está sempre presente na nossa vida, seja pela necessidade orgânica, seja nos momentos tristes e até e, principalmente, nos momentos alegres de confraternização.

À mesa confraternizamos, à mesa conhecemos pessoas interessantes, à mesa realizamos grandes negócios e à mesa, damos ao nosso organismo o substrato básico da vida que é o alimento.

Vamos então dar algumas dicas de comportamento, para que você as utilize como uma auto-ajuda, enquanto estiver fazendo esta coisa horrível, chamada DIETA.

1 – Ajustando o foco. A dieta começa na sua cabeça. é quando você decide que precisa emagrecer. Nunca comece, uma dieta, numa sexta-feira, as chances de você terminar no sábado são grandes.

2 – Dependendo da dieta que você ira fazer, procure sempre ter os alimentos em casa.

3 – Todos os dias faça anotação de tudo o que comer. Mesmo que você tenha saído da dieta.

4 – Nunca vá ao supermercado, sem estar alimentado. Você tende sempre a encher o carrinho de alimentos hipercalóricos.

5 – Tenha na geladeira, alimentos para distrair a fome. Converse com seu medico, peça dicas.

6 – Nunca permaneça à mesa, batendo papo. Acabou de comer, saia já da mesa.

7 – Vá ao medico, pesar semanalmente, mas não se pese em casa.

8 – Se for convidada para uma festa, não deixe de ir, mas sempre coma antes.

9 – Procure ingerir sempre, algum alimento a cada 3 hs.

10 – Nunca diga em uma festa ou reunião que esta de dieta. Todos vão dizer…mas que bobagem, você não esta precisando, coma só um pouquinho, fiz especialmente pra você ….você sabe como é …tem sempre aquela tia que esta precisando emagrecer e vive pra comer. Diga que não esta passando bem dos intestinos, aí todos respeitam.

11 – A dieta é uma decisão sua, portanto não divulgue e nem espere que os outros ajudem.

DIETAS

O que são as dietas de moda?

dietas

A palavra dieta vem do grego, com o significado original de estilo de vida. Hoje o emprego mais comum tem sido o de “privação total ou parcial da alimentação, prescrita pelo médico”. (Dicionário Aurélio).

Quase sempre assume conotações de sacrifício, privação física e social, fome e sofrimento.
O tipo de dieta que mais prejudica as pessoas que lutam contra o excesso de peso é a chamada dieta de moda. A cada ano, mais e mais pessoas aparecem na mídia com “receitas” espetaculares para o emagrecimento. Essas dietas da moda são então difundidas entre os obesos, que as utilizam sem se preocupar em descobrir sua procedência ou se existe alguma comprovação científica de sua eficácia. Algumas delas acarretam inclusive riscos para a saúde das pessoas que as utilizam, pois partem de teorias sem sentido com o objetivo de produzir resultados impossíveis.

Mas se as dietas de moda não funcionam, como explicar o sucesso que fazem?

A resposta é fácil.
No início qualquer dieta pode fazer emagrecer, simplesmente porque impõe uma restrição alimentar qualquer. Qualquer que seja esta restrição, muita gente vai perder peso no início, mesmo que não exista uma explicação científica que justifique esta restrição.

Como são as dietas de moda e por que não funcionam?

A seguir você encontrará uma lista comentada sobre as principais “dietas da moda”, com ênfase no porquê tais dietas não são a solução para o problema do peso.

A Dieta do Dr. Atkins

Foi criada no Estados Unidos pelo médico Robert Atkins na década de 70, voltando a fazer sucesso recentemente. Esta dieta consiste em estimular o consumo de alimentos ricos em proteína e gorduras, retirando deste modo quase todo os carboidratos da alimentação. Apesar da perda de peso rápida, as pessoas o recuperam geralmente mais rápido ainda, pois não conseguem manter este comportamento alimentar por muito tempo, voltando aos maus hábitos alimentares anteriores aos tratamentos. Como o consumo de gorduras foi estimulado, muitas vezes o hábito alimentar torna-se ainda pior.

A Dieta das Proteínas

Variante da Dieta do Dr. Atkins, que esteve na moda durante os anos 70, tem o grande inconveniente de estimular o consumo de gorduras, presente em grande quantidade em diversos alimentos ricos em proteínas, como carnes vermelhas, bacon, ovos e frios (presunto, queijo, salame).

A Dieta dos Exterminadores de Açúcar:

Criada por Médicos Americanos Autores do Livro Sugar Busters, esta dieta orienta pessoas a cortar o consumo de açúcar e de carboidratos de forma radical, com o objetivo de provocar diminuição da secreção de insulina e aumentar a “queima” de gordura.
Retirar o açúcar pode ser benéfico para promover perda de peso, mas a retirada total de alimentos fonte de carboidratos pode provocar sérios problemas de saúde. Os carboidratos são os alimentos preferencias para fornecer energia para o corpo. A diminuição acentuada de carboidratos pode aumentar a sensação de ansiedade e pode levar a compulsão alimentar.

Dietas com Shakes e kits para emagrecer

Estas dietas estimulam a substituição de refeições por diversos tipos de “shakes” disponíveis no mercado geralmente sob a forma de kits.
Este método não é recomendado, porque além de ser monótono pode ocasionar sérias carências nutricionais. Os “shakes” não são alimentos criados com o objetivo de substituir uma refeição completa e, portanto, não contêm nutrientes em quantidade e qualidade suficiente. Por mais que uma pessoa goste de consumir tais produtos, ela não será capaz de manter tal alimentação por um tempo prolongado, pois logo estará enjoada. Ao interromper a utilização, ela tenderá a se alimentar como antes e retomará o ganho de peso.

Como utilizar estas recomendações?

Em primeiro lugar, é importante ter-se em mente que toda orientação contida neste texto é genérica, ou seja, não representa uma recomendação individualizada para alguém que precisa perder peso. Só um profissional de saúde pode preparar um plano alimentar específico, identificando os principais erros alimentares e elaborando uma estratégia adequada para a consolidação de hábitos alimentares saudáveis e compatíveis com a manutenção de um peso bom. E o contato pessoal não pode ser dispensado nesse processo. Toda informação aqui obtida, portanto, deve ser encarada como princípios básicos de um hábito alimentar saudável.

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MEDICAMENTOS ANOREXÍGEROS

Medicamentos Anorexigênos

A decisão sobre usar ou não um remédio para emagrecer deve ser tomada, sempre por um médico, baseando-se na avaliação cuidadosa dos benefícios e dos riscos envolvidos. Como já está bem comprovado que o excesso de peso traz pode trazer sérios problemas de saúde, na maior parte dos casos esta relação risco/benefício será extremamente favorável, desde que realmente a pessoa esteja obesa.

Vale lembrar que muitas pessoas que procuram um médico para emagrecer estão dentro da faixa de peso considerada normal. Nestes casos, em que o problema se resume à estética, questiona-se a conveniência de usar remédios. Apesar de contarmos hoje com opções de medicamentos muito mais seguros que os antigos, não existem remédios sem riscos.

Como funcionam
Os remédios mais usados atualmente em tratamento para emagrecer podem agir de 3 diferentes maneiras: inibindo o apetite, estimulando a saciedade ou bloqueando a absorção intestinal de gorduras. Os que inibem o apetite, chamados anorexígenos, são substâncias já usadas por várias décadas, antigamente conhecidos como “anfetaminas”.
O inconveniente deste grupo é o risco de dependência, apesar de ser relativamente rara quando utilizados adequadamente. Por razões de segurança seu uso foi proibido nos países da Comunidade Européia. A tendência atual é utilizá-los apenas para os pacientes que não possam adquirir a sibutramina e o orlistat ou que não consigam emagrecer com eles. Temos 3 substâncias deste grupo disponíveis no Brasil atualmente – a dietilpropiona (também chamada de anfepramona), o femproporex e o mazindol.

O segundo grupo, dos sacietógenos, re úne os medicamentos que têm como principal mecanismo de ação o estímulo da sensação de saciedade. Isso pode parecer, à primeira vista, a mesma ação dos inibidores de apetite, mas, na prática, é bem diferente. Quem usa um inibidor de apetite frequentemente pula refeições, simplesmente porque não sente nenhuma fome. Com os estimulantes da saciedade, a pessoa sente fome, mas, com uma menor quantidade de alimentos já fica satisfeita, parando de comer mais cedo. O principal representante deste grupo é a sibutramina, que pode apresentar uma segunda ação que ajuda no emagrecimento – o aumento do gasto energético. Outros possíveis sacietógenos são medicamentos utilizados como anti-depressivos, como a fluoxetina e a sertralina. Atualmente não têm sido considerados agentes anti-obesidade, apesar de reconhecer-se que podem ser úteis em algumas situações, como na obesidade associada à depressão ou à compulsão alimentar.
O terceiro grupo é o dos inibidores da absorção de gordura, representados apenas pelo Orlistat. Sua ação consiste na inibição da absorção intestinal de cerca de 30% da gordura ingerida. Isto pode representar uma ajuda significativa se a pessoa conseguir controlar sua alimentação. Se comer demais, entretanto, a tendência é que não perca peso, porque os 30% de gorduras que deixam de ser absorvidos podem não representar uma deficiência calórica suficiente para levar ao emagrecimento.
Um quarto grupo seria o dos termogênicos, substâncias que agem principalmente aumentando o gasto calórico do organismo. Por razões de segurança, entretanto, têm sido pouco utilizados.
Qualquer que seja o mecanismo de ação dos remédios para emagrecer, já está bem comprovado que os resultados do tratamento são muito melhores quando se dá a devida ênfase à prática de atividades físicas e à melhora do hábito alimentar.

Ansiolítico. Tranquilizante, utilizado em in úmeras “fórmulas” de emagrecimento com o objetivo de anular os efeitos colaterais do tipo excitatório causados por inibidores do apetite e hormônios da tiróide.

Antidepressivos. Possuem efeitos que variam deste o ganho de peso (quando utilizados por longos períodos) até a perda de peso (no caso da fluoxetina).

Cafeína. Substância termogênica usualmente utilizada em associação com a efedrina ou aspirina com o objetivo de potencializar seus efeitos estimulantes sobre o gasto de energia pelo organismo. As doses utilizadas costumam variar entre 50 e 600mg diários, divididos em 2 ou 3 tomadas.

Bromazepam. Ansiolítico utilizado em doses que variam entre 1,5 e 18 mg diários.

Carboximetilcelulose (CMC). Fitoter ápico composto por fibras, que, em contato com a água, adquire uma consistência gelatinosa que pode auxiliar no controle do apetite e retardar a absorção dos alimentos. é utilizada em doses que variam entre 1.000 e 8.000 mg diários.

Carqueja. Produto da flora medicinal com leve ação diurética, utilizado em doses que variam entre 50 e 250mg diários.

Cascara Sagrada. Rhamnus Purshiana. Laxante da flora medicinal muito utilizado em fórmulas para emagrecimento. As doses variam entre 50 e 500 mg.

Cavalinha. Equisetum Arvense. Fitoter ápico com ação diurética utilizado em doses que variam entre 100 e 1.000 mg diários.

Centella Asiática. Fitoterápico muito utilizado tanto em cápsulas como cremes, tem como objetivo facilitar a queima da gordura e o tratamento da celulite. Discreta ação diurética. As doses por via oral costumam variar entre 300 e 1000 mg diários.

Clenbuterol. Medicamento utilizado no tratamento de alguns casos de asma. Atua através de estimulação dos receptores beta, levando a aumento de gasto energético, queima de gordura e aumento de massa muscular. Da mesma maneira, age sobre o sistema cardiovascular levando a precordialgia, palpitações, tremores e n áuseas. Muito utilizado por atletas (“dopping”) e por pessoas que querem emagrecer, respons áveis por quadros graves.

Clobazan. Ansiolítico, utilizado em doses que variam entre 10 e 50 mg diários.

Clordiazepóxido. Ansiolítico, normalmente utilizado em doses que variam entre 5 e 50 mg diários. Ver Ansiolítico.

DHEA. Deidroepiandrosterona. Um dos hormônios produzidos pela supra-renal com propriedade de ser precursora de outros hormônios sexuais. Tem sido utilizado no tratamento da obesidade pela sua capacidade de inibir a enzima glicose-6-fosfato desidrogenase, evitando que organismo sintetize gordura a partir de carboidrato. Promove também a estimulação da produção de serotonina. Não existem estudos clínicos que comprovem sua efic ácia no tratamento da obesidade. As doses recomendadas variam de 50 mg a cada 2 dias até 100 mg diários em uma única tomada.

Clorella, Fitoterápico utilizado com o objetivo de combater a flacidez. A dose usual varia entre 100 e 1000 mg diários.
Dietilpropiona. Sinônimo de anfepramona ou benzoiltrietilamina. Anorexígeno catecolaminérgico. Uma das drogas mais utilizadas para o tratamento da obesidade no Brasil, tem efic ácia clínica comprovada em in úmeros estudos. Seus efeitos colaterais mais comuns são boca seca, nervosismo, insônia e obstipação intestinal. As doses variam entre 50 e 150 mg diários, divididos em 2 tomadas. Os nomes comerciais atualmente disponíveis são Dualid S, Hipofagin S e Inibex S.

Fenfluramina. Medicamento de ação serotoninérgica, atuava facilitando o processo de saciação produzido pela ingesta de alimentos. Possuia ação comprovada no tratamento da obesidade e não apresentava os efeitos excitatórios dos anorexígenos. Foi largamente utilizado em todo o mundo até setembro de 1997, quando foi retirado do mercado devidos aos graves colaterais. Seu uso foi relacionado ao aparecimento de Hipertensão Pulmonar Prim ária, doença grave dos pulmões, e a doenças valvulares cardíacas, levando a graves efeitos sobre o sistema cardiovascular dos pacientes. Os dois compostos derivados, a DL-fenfluramina e a D-fenfluramina, foram também retirados do mercado, já que apresentavam os mesmos efeitos colaterais.

Fenilpropanolamina. Droga muito utilizada nos Estados Unidos como pílula para emagrecimento por ser estimulante do gasto energético e poder ser comprada sem receita médica. Tem eficácia comprovada no tratamento da obesidade. No Brasil, utilizada em descongestionantes nasais ou obtida separadamente através de manipulação. Foi retirada do mercado em 2000 (tanto no Brasil como nos EUA) devido ao risco de desenvolvimento de acidente vascular cerebral.

Fenolftaleína. Fitoterápico muito utilizado como laxativo, pode provocar cólicas e desidratação se usado em doses muito altas. As doses usualmente empregadas variam entre 50 e 250 mg diários.

Fenproporex. Conhecida no Brasil como Desobesi-M, é um dos medicamentos inibidores do apetite. já existem estudos que evidenciaram sua efic ácia no tratamento da obesidade. As doses utilizadas costumam variar entre 30 e 60 mg diários, geralmente fracionados em 2 tomadas.

Fluoxetina. Medicamento serotoninérgico, inicialmente utilizado como antidepressivo. já existem estudos evidenciando sua efic ácia em pacientes obesos (em doses de 60mg/dia), porém seu uso tem sido mais limitado a pacientes com depressão ou transtornos alimentares. é comercializada no Brasil com os nomes de Daforin, Deprax, Nortec, Verotina Eufor, Fluxene, Psiquial e Prozac. A dose por c ápsula é de 20 mg, sendo utilizadas de 1 a 3 por dia. Ver Serotoninérgico, Daforin, , Eufor, Deprax, Nortec, Verotina, Fluxene, Psiquial e Prozac.

Furosemida. Diurético “forte” utilizado em doses que variam entre 40 e 80 mg diários, fracionados em 1 a 2 tomadas.

GABA. O ácido Gama Aminobutírico (GABA) é um neurotransmissor cerebral, que, juntamente com a glutamina, participa de diversos processos cerebrais. Vem sendo utilizado para o tratmento de alguns casos de ansiedade e para melhorar o desempenho intelectual de alguns pacientes.

Garcínia. Ginkgo Biloba. Substância utilizada principalmente como antioxidante e no tratamento de alguns transtornos circulatórios. As doses costumam variar entre 80 e 240 mg diários.

Glucomannan. Fibra dietética extremamente hidrossolúvel, com capacidade de absorver até 200 vezes seu peso em água. Deste modo, forma-se uma massa gelificada compacta que proporciona ao paciente uma sensação de plenitude g ástrica. Por esta propriedade, é utilizado como adjuvante em alguns tratamentos para emagrecer, em doses que variam geralmente de 1.000 a 2.000 mg diários, divididos em 2 tomadas.
Goma Guar. Tipo de fibra utilizada em alguns tratamentos para emagrecimento. Mais fraca que o Glucomannan (absorve até 100 vezes o próprio peso em água). As doses que variam entre 1.000 e 4.000 mg diários.

Hidroclorotiazida. Diurético “fraco” utilizado em doses que variam entre 25 e 50 mg diários. Sem efeitos no emagrecimento.

Passiflora. Fitoterápico utilizado como tranquilizante, em doses que variam entre 80 e 300 mg diários.

Pepsina. Enzima digestiva utilizada em doses que variam entre 30 e 120 mg diários.

Sibutramina. Medicamento disponível a pouco tempo no Brasil, inúmeros estudos já demonstraram sua eficácia no tratamento da obesidade. Tem ação tanto na regulação do apetite (serotoninérgica) como na regulação do gasto energético (noradrenérgica). já existem estudos em andamento sobre sua ação em pacientes com transtorno alimentar do tipo comer compulsivo. Produzida pelos laboratórios Medley (Plenty) e Knoll (Reductil). Disponível em caixas com 30 comprimidos de 10 e 15 mg.

Tiratricol. Derivado sintético dos hormônios tireoidianos, tenta manter alguns efeitos destes hormônios, principalmente a queima de gordura, com um pequeno índice de efeitos colaterais. Entretanto, possui uma ação discreta e seu uso pode levar a alterações no eixo hipot álamo-hipófise-tiroideano. As doses variam entre 700 e 1400 microgramas diários, fracionados em 2 tomadas.

Tiroidin. Extrato de tiróide. Atualmente não tem utilidade terapêutica, já que podemos dispor da forma purificada dos hormônios, que nos permite uma resposta mais previsível do tratamento. Utilizado em doses que variam entre 15 e 120 mg diários.

Tirosina. Amino ácido de grande importância na obesidade, já que é precursor de neurotransmissores como a dopamina, adrenalina e noradrenalina, alguns dos respons áveis pela regulação do apetite. As doses variam de 500 a 12.000mg.

Tiroxina. Também chamado de T4, é o principal hormônio sintetizado pela tiróide. já na circulação é convertido em T3 (Triiodotironina), a forma ativa. O uso terapêutico da Tiroxina deve ser restrito a alguns casos de doença tiroideana.

Triiodotironina. Mais conhecido como T3, é o resultado na conversão periférica de T4 (Tiroxina). Muito utilizado em fórmulas para emagrecer, seu uso em excesso leva ao hipertireoidismo factício. Há uma perda importante de peso, porém devido a perda de massa muscular. Além disso, pode causar agitação, taquicardia, insônia, tremores e irritabilidade.Há relato de casos de óbito pelo uso de doses excessivas deste hormônio em fórmulas de emagrecimento. As doses empregadas não deveriam ultrapassar os 50 microgramas. Ver Tiroxina

Triptofano. Amino ácido precursor da serotonina, que é um dos neurotransmissores cerebrais responsáveis pelo controle da ingestão de alimentos. Usado em doses que costumam variar entre 1.000 e 3.000 mg diários.

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